jueves, 29 de octubre de 2020

Kaped de Bena 2e Congrès International Hommage

 www.malcolmgarveyuniversity.com presenté

Kaped de Bena
    2e Congrès International Hommage                 13 décembre 2020 19:00h

Le Profeseuor Kaped de Bena Professeur Kapet de Bana. Le grand témoin de l’histoire,le penseur africain, l’infatigable combattant de la liberté et de la dignité des peuples africains, s’est éteint le 15 septembre 2015 à Paris des suites d'une longue maladie. profeseur Kapet de Bana a fait partie de la première délégation qui a représentée le Cameroun aux Nations Unies en 1961. En tant que membre de l'UPC, il a travaillé politiquement avec de grands dirigeants en tant que membre du cabinet en Algérie avec Ben Bellla, en Guinée avec Sekou Touré, Kwame Nkrumah, Diallo Telli, Ofuet Buañe, Um Yobe, Martha Moumie, Felix Moumie, Houphouët-Boigny y Gadaffi. 

 Aussi, il a passé 10 années en prison au camp Boiro avec Diallo Telli, le 1er Secrétaire Général de l'Organisation de l’Unité Africaine comme prisonnier politique en Guinée Conakry. Il était parmi les plus anciens réfugiés politique camerounais et auteur d'une kyrielle d'ouvrages. Le Professeur Kapet De Bana a quitté son Cameroun natal dans les années 1950, persécuté par l'administration coloniale pour son engagement nationaliste dans l'Union des Populations du Cameroun. Il meurt sans avoir pu y remettre les pieds. Le professeur Kapet était le président fondateur de la Ligue Camerounaise des Droits de l'Homme (LCDH), Professeur d’Université, Économiste, Juriste comparatiste, Sociologue, Expert Consultant en Droits de l’Homme, Premier doyen de la faculté de droit de l'Institut polytechnique de Guinée Conakry, Chargé des affaires diplomatiques au sein du Collectif des Organisations Démocratiques et Patriotiques des Camerounais de la Diaspora (CODE), dont il fut l'un des pères fondateurs, le doyen Kapet de Bana était également membre fondateur de la Fondation Moumié crée à Bruxelles. Le Professeur Kapet De Bana  a été inhumé le 24 octobre 2015 à Bana, son village natal au Cameroun à l'occasion du 5e anniversaire de sa mort, dans la décennie des Afro-descendants, www.malcolmgarveyuniversity.com a créé une chaire Kaped de Bena, l'un des inspirateurs de cette université qui porte son nom. La Université organise un hommage bien mérité au congrès à l'infatigable combattant africain KAPET DE BENA.

 Le séminaire analysera son travail, sa personne et son unité et la libération africaine: présent, séminaire d'ouverture du cours 2020/2021. Sa vie, ses idées et son énorme contribution à la mémoire, à la connaissance, à la récupération et à la continuité d'un panafricanisme marron, garveyista, révolutionnaire et combattant aujourd'hui. Les participants d'autres grandes références du panafricanisme du Cameroun, de la Guinée Equatoriale, de l'Espagne, de l'Allemagne, de la Muaritanie et de l'Érythrée. 

Les Haut-parleurs, 

Onipogui Tohany Sagno: (journaliste) 

Muktar Ba Kamara: (Fédératiste Panafricaniste)

Senfo Tonkam (Nubia Kemet Black Nation )

 Yonas Endrias: (GAC Global Afrikan Congres Berlin) 

Abuy Nfubea: (4e International Panafricaniste Garveyista et fondateur de l'université)

Clovis Mbikay: (Apareco Congo Bruselas)

 Mba Bee: (Porte-parole National du Movement Panafricaniste de l'Espagne) 

Castro Nguema ( President du Front organisé de la jeunesse africaine FOJA)

 Convoca: www.malcolmgarveyuniversity.com                                                                        Colabora: Fondation Vida Grupo Ecologico Verde ECOSOC,  IVe Internationale Panafricaniste Garveyista Cimarron, Partit Panafricanista de Guinea Ecuatorial 

      



viernes, 23 de octubre de 2020

Entrevista Kwame Kwanza Fórum de Entidades e Organizações Negras de Sergipe


IV INTERNACIONAL PANAFRICANISTA GARVEYISTA 

 
 
 É importante então que tenhamos primeiro uma consciência negra, consciência do histórico de lutas e pensamento evolucionário africano para a busca de nossa autodeterminação, na criação de Poder Negro. "

Entrevista   Kwame Kwanza 
Fórum de Entidades e Organizações Negras de Sergipe

 @abuynfubea 

AN:1. Conversamos con Kwame Kwanza vocero del Fórum de Entidades e Organizações Negras de Sergipe en Brasil, activista communitario y militante de la IV internacional Panafricanista. Uhuru brother ¿En qué ciudad vives y cuál es la coyuntura organica en esta comunidad?*

Kwame Kwanza: Vivo em Aracaju, cidade litorânea que é a capital de Sergipe, o menor estado brasileiro em território.  Ficamos no Nordeste do Brasil, entre os estados da Bahia e Alagoas. Aracaju tem população de 665mil habitantes e Sergipe 2,3 milhões. Faço parte do Coletivo Negro Beatriz Nascimento, que juntos com cerca de outras 30 organizações formam o “Fórum de Entidades e Organizações Negras de Sergipe” do qual também faço parte.

*2. Brasil es uno de los Estados más violentos y desiguales en America Latina donde los negros a pesar de ser mayoria estan escluidos del poder politico y dedicados al carnaval y a la Samaba ¿Cuál es la situación de la comunidad negra em Sergipe?

KK: No estado de Sergipe somos 80% africanos ( negros, pretos e pardos), mas os 19% de população branca conseguem manter o poder econômico e político no território. Todos os anos, o Estado de Sergipe está presente na lista dos piores estados brasileiros em relação à violência e à educação. O aparato policial militar do Estado é usado para controle das periferias por meio da violência nas abordagens, extermínio e do sistema carcerário. A comunidade negra organizada tem buscado tomar ações coletivas através de um fórum rearticulado há dois anos no final de  2018 após o avanço e a chegada do atual presidente Jair Bolsonaro. Havia uma década que essa mesma organização coletiva estava desarticulada, sua volta tem portanto tem a ver com a chegada do poder da extrema direita brasileira e o discurso abertamente de ódio que tomou conta do estaco público.  Por enquanto tivemos apenas capacidade de fazermos mobilizações pontuais contra o genocídio e a violência policial, lançamos em setembro a Campanha Negras e Negros pela vida com um programa mais desenhado, porém sentimos dificuldade em manter a organização dessa coalizão no momento da chegada das eleições municipais no Brasil. A dinâmica das organizações negras portanto estão atreladas as situações do calendário político eleitoral. 

*3. ¿Porque decides formar una organizacion panafricanista y no una negra más de las miles que hay, Cómo te inicias politicamente desde el kilombismo?*

Em 2018 eu participava de alguns grupos de estudos negros, em um deles, o “Tornar-se Negra e Negro” lemos uma síntese de um curso de formação panafricanista realizado pela União de Coletivos Panafricanistas de São Paulo, a UCPA. Esse foi o primeiro material mais organizado que li mais sobre panafricanismo e me interessei bastante deste corrinet ideologica. A partir dele conheci mais sobre a história do movimento. Nesse mesmo ano, parte desse grupo de estudos lançou um jornal chamado “Vozes Diaspóricas” e nele não colocávamos nosso nome colonial. Nesse momento que passei a me identificar-me como Kwame Kwanzaa. Por un lado el referente del Ogsayefo de Ghana y por otro lado la festividad panafricanista. Por entender que a luta negra em cada lugar precisa ser articulada ideologicamente,  com as lutas de nosso povo em outros lugares. “Africa Must Unite” como afirmava Ogsayefo Kwame Nkruma.  Ao longo da história sempre tivemos essa compreensão da resistência internacional. A imprensa negra sempre fez circular informações sobre o que ocorria em cada parte de nossa diáspora. Entre panafricanistas isso é ainda mais evidente. Sabemos que deve ser assim e buscamos organizar isso. Como consequência temos consciência de nossa longa tradição de pensamento revolucionário negro e analisamos as conjunturas locais nos dando melhores condições para lidarmos com as demais forças e ideologias presentes em cada lugar e que por vezes desorganizam as entidades do movimento negro. 

*4 Se habla de EEUU con el Black Lives Matter pero ¿Como se expresa el racismo y la violencia politica policial contra la comunidad africana en Brasil y el resto de America Latina?

A América Latina tem um dos maiores índices de assassinatos de pessoas africanas no mundo e o Brasil está inserido nesse contexto. O subcontinente tem apenas 8% da polulação mundial, mas aqui é a região onde ocorrem 37% do total de assassinatos do mundo. Nem sempre isso é dito, mas a maior parte dessas mortes são de pessoas negras, bem como são as pessoas que estão nas penitenciárias. As organizações do narcotráfico estão bem espalhadas pelos territdesses países. Os estados utilizam-se do que muitos tem chamado de necropolítica comusado forma de gestão dessas disputas de controle territoriais e na administração das desigualdades geradas pelo poder branco. Desde criança, morando em uma típica periferia brasileira, convivi com vizinhos e amigos sendo mortos ou encarcerados. O sistema de saúde público usado sobretudo pela população negra, assim como os demais serviços públicos vem sendo ainda mais sucateados pelas reformas que o neoliberalismo e a lógica financeira tem efetuado no sistema de direito do pais, que já não assegurava dignidade a maior parcela de habitantes do Brasil.

   

*6. Sobre Bolsonaro ya oimos mucho ¿Cual es el balance que VD hacen al respecto de los gobiernos de Lula Da Silva, Dilma y PT?*

Durante os governos Lula (2003-2011) o movimento negro no Brasil se institucionalizou bastante, fazendo parte da gestão governamental não só a nível federa, por meio da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (educação, trabalho e renda, segurança pública, saúde e quilombos), criada em março de 2003, considerado um marco institucional para as politicas voltadas a população negra, que até então contava apenas com a Fundação Cultural Palmares, criada em 1988, ano do centenário da abolição. Em cada cidade e estado que governou, o partido dos Trabalhadores criou espaço para alguém do movimento negro ocupar, porém não era dada uma estrutura de trabalho e orçamento para que algo significativo desenvolve-se. Ou seja, o movimento ficava enfraquecido por não ter mais aquela pessoa em sua organização, ao mesmo tempo que as atenções passavam a institucionalidade. Isso ocorreu onde vivo, Aracaju, e possivelmente em muitos outras cidades brasileiras. A atenção dada a institucionalidade partidárias e governamentais são marcas desse período do movimento no movimento negro, com o PT conseguindo ganhar muitas prefeituras, governos estaduais , para além do governo federal com Lula. No final de do governo em 2011, Lula tinha 80% de aprovação, sustentava ainda uma ampla correlação de forças populares e de grandes capitalistas brasileiros,  conseguida com a intensificação das relações comerciais com a China, o boom das comodities. Porém, ainda nos oito anos de governo, houve crescimento do encarceramento, sobretudo a partir de 2006 com a Lei de Drogas. Em sua ampla maioria esses presos são jovens negros presos como traficantes. O número de homicídios teve média de 50 mil pessoas por ano, crescendo ao longo de seus governos e depois dele. Lula demonstrava desde o primeiro ano que seu governo não alteraria a segurança pública. Já em 2003 engavetou o Plano Nacional de Segurança Pública, proposta que estava no programa político com o qual venceu as eleições de 2002, que não transformando em lei ao assumir a presidência e ter maioria no legislativo. Reformas estruturais das organizações policiais ficaram de fora da pauta. Por outro lado, a “Lei de Drogas de 2006”, levou ao crescimento do encarceramento em massa de jovens negros como nunca antes.  A acumulação de riqueza no Brasil não foi alterada durante seu governo, que manteve uma confortável aliança com os grandes capitalistas brasileiros, financiadores tanto de suas campanhas como as da oposição. 38 milhões de pessoas saiam do que oficialmente é chamado de pobreza e o governo passou a chamá-los de uma “Nova Classe Média” em suas publicidades. Contudo, os programas de transferência de renda não alteraram a estrutura de dominação branca brasileira. Recentemente, em julho de 2020, ao comemorar os 10 anos do Estatuto da Igualdade Racial com integrantes negros de seu antigo governo, Lula declarou que seu único arrependimento foi não ter feito combate forte ao racismo no Brasil. A declaração revela o quanto que seu governo pouco alterou a situação negra no Brasil, mas não explicita o quanto que a necropolítica é mesmo período. 

*7. Como parate del trabajo del decenio Afrodescendiente ONU, la IV Internacional Panafricanista Garveyista Cimarrón Rastafari, abrio los domingos en Abril una escuela de liderazgo comunitario negro que persigue crear para el 2023 mas 100 cuadros  ¿Cómo ha sido el proceso y balance ?

KK: Soube da Escola de formação de quadros através da live zoom realizada entre o Hamilton Borges da organização “Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto” no dia 18 de Julho e o primeiro encontro que participei foi no dia 26 do mesmo mês. Até então sabia da existência, nem da relação entre a Reaja e a 4º Internacional Garveysta, nem mesmo sabia da existência dessa organização internacional, assim como não conhecia nada sobre sua vanguardia, o movimento panafricanista da Espanha. Desde então nossos encontros aos domingos tem sido de trocas e aprendizados imprescindíveis, seja no momento em que discutíamos o credo panafricanista, seja agora que temos feito encontros mais temáticos. É também um desafio em termos de entendimento do espanhol, língua mais falada entre nós. Me familiarizei e entendo bem alguns sotaques, sobretudo dos que estão na Espanha, mas quando Federico Pita da Argentina falou conosco no penúltimo encontro sobre a realidade afroargentina, me senti como se estivesse ouvindo um outro espanhol, me esforcei para acompanhar o encontro. Não acompanhei os primeiros meses, entre maio  e julho, período no qual a formação teve a “”Linha Política do Movimento Panafricanista e da quetar Internacional” como centro dos encontros. Tive acesso ao documento e pude ler já no período posterior a minha entrada, período no qual conversamos sobre dois ou três pontos do Credo Panafricanista a cada sessão. Não consigo expressar com palavras quão bom foi estar com camardas como Mona Asuama, Jaray Savane,  Mbá Bee Nchama,  Mbolo Luís Alberto,  Abuy Nfebea, Yafeu, dentre outros.  Descobri também e comecei a acompanhar os trabalhos da Uhuru Afrika TV, a Univerdidade Malcolm-Garvey e a revista Reparation Africana com artigos que cobrema  história de anos de lutas e orientaçao panafricanas. Nessa fase do credo para mim foi fundamental para  nos unirmo , formamos nossa família, quilombo, consolidamos valores africanos entre nós.  Na fase posterior ao estudo do credo, temos dado atenção a temas fundamentais, começando com a presença de Affiong L Affiong  sobre afrofeminismo o papel das mulheres no movimento panafricanista, sua excelente contribuição na compreensão da luta contra o neocolonialismo e a necessidade de criarmos uma organização global que nos una enquanto um partido, no sentido de termos uma agenda de lutas comum. Ao mesmo tempo, a formacão fortaleceu-se nesse periodo com as contribuições de Kwame Ondo, Paula, Sergio Penaloza, Baldw Lumumba, Isabel Osorio, pessoas de diversas partes da diáspora e do continente africano. O balanço portanto é positivo.

AN:8. Una de las conclusiones de un trabajo de la www.malcolmgarveyuniversity.com es sobre el fracaso del mto negro debidoaa que los activistas no crecen ni se socializan en entornos comunitarios negros sino que acceden a la realidad negra por la red o los discursos de genero o clase u otras ideologias de actualidad como decolonialidad o el antiracismo cuya sujetividad difiere o directamente es antagonica con el garveyismo o Black Power. ¿En que medida es importante que los activistas negros previa a una conciencia de clase o genero tengan primero conciencia negra?*

KK:  O movimento trabalhista não tem conseguido dar alternativas de libertação para a população africana o negra no brasil. Mesmo sendo ampla maioria em Sergipe, trabalhadores e trabalhadoras negros e negras não estão nas direções dos maiores sindicatos e Centrais Sindicais (fóruns de sindicatos), que são dirigidos por pessoas brancas majoritariamente, assumindo também nesses espaços o poder branco, ao não colocar como centrais as problemáticas da população negra. No máximo, negros estão em setoriais dentro dessas organizações, apesar que poucos sindicatos fazem essa discussão racial. Tudo é colocado dentro do universalismo branco europeu. Dessa forma a consciência negra não é fortalecida nesses espaços, por mais que haja relação próxima de longa data entre movimentos negros e sindicatos aqui em Sergipe como em outras partes do Brasil. É importante então que tenhamos primeiro uma consciência negra, consciência do histórico de lutas e pensamento evolucionário negro para a busca de nossa autodeterminação, na criação de Poder Negro.

CONTINUARÁ

En los 80 el movimiento estudiantil africano fue muy determinante en Brasil para generar cuadros de UNEGRO, MNU, KILOMBOX etc...¿hoy, cual es la realidad del movimieno estudiantil negro?

Hip-hop en los 90 sirvió para el despertar de la conciencia panafricanista con grupos cómo MC Rock, ciudade negra etc... ¿Cómo está hoy este espacio cultural contestarío y como se expresa su correlación de fuerzas con el rap de la plantación?

¿A 20 años de Durban, como está creciendo la conciencia o la necesidad de articular comunitariamente el movimiento por reparación?*

domingo, 18 de octubre de 2020

Juventud Guineana: ¿intifada o plantación?


 JUVENTUD GUINEANA:¿ INTIFADA O PLANTACIÓN?

  

( 6 de noviembre 2015 jornadas Ipola Topea Fuenlabrada).


Muchas gracias a la Asociación cultural bubi y Nines, Manuel, Mula Omar a la coordinación y Asamblea de Ipola Topea por invitarme a este jornadas.

Quiero comenzar con la canción de un rapero mista o ponte en pie y diciendo que Obiang lo tiene muuuy fácil, hay que armar movimiento social de base que sea militante. Es decir no intifadas desde arriba. Como le dije el otro dia a un buffon rapero, eso no significa que tengamos que ser amigos ni besarnos en la boca, lo que nos une es la causa. Se que esta forma de pensar implica un alto nivel de conciencia social y epistemología que en este momento no existe en ningún espacio de la lucha guineana y negra en España...PERO TODO SE ANDARÁ. Es  lo que Kwame Nkrumah llamaba imperiocriticismo. Por que es activismo y lo que abundan son ULTRA -MEGA teóricos con trajes caros de massimo Duti o en el caso de las hermanas pelo de plástico, bolso de Gucci o  500 pares de zapatos como Guillermina " la princesa de zamunda" o hermana de Hilary Bang la prima de Will Smith y hermana de Carlton.  blaaa. Pero es la única forma porque si esperamos hasta que los que les gusta makosa bailen Hip-Hop o salsa nunca cambiará nada. Hay que radicalizar la conciencia, LAS ACCIONES, formas, lenguaje y los modos de pensar de la juventud guineana, negra y africana. Sin esto, podemos SEGUIR haciendo debate al calor de un cubo de cerveza o mil doctorados, masters y blaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa  porque LOS DE ARRIBA SIEMPRE, REGRESAN A CASA.  MALCOLM X DIXIT: THE CHIKENS CAMING HOME ¿sí resulta que jóvenes de  la UNGE o Rebola se manifiestan desde dentro del corazón de la bestia y tu y yo que vivimos en España, Francia , UK con 22 años y tienes miedo a manifestarte, formar una asociación, acudir a un congreso o si quiera opinar en facebook, ¿donde lo vas a hacer en ñubili? Jaaaa ( risas). Cada generación, dentro de una relativa opacidad, tiene que descubrir su misión, cumplirla o traicionarla. El resto como digo siempre es tratar de inventar la rueda hablando de pelos por youtube pero sin pisar la calle y después acusar a los pocos que hacen algo (mal o bien) de hacerlo mal mientrar yo estoy en instagram, le club, bash, soulkichen o Jambori  tomando pepe soup.... OTRO ASPECTO  es la cuestión de la divulgación debido a la educación eurocentrista y neocolonial de los guinenas (de fuera y de dentro)  NO QUEREMOS HABLAR DE NUESTRO HOLOCAUSTO porque makuma long nda ya karansing. Esta juventud al carecer de orgullo de ser militantes de  reconocidos, buscan inventar la rueda. Eso explica la enorme frustración  que los jóvenes guinenos sufren y que supone una contradicción para gente del último samsum galaxi ...en fin gente que luego no se corresponden con las aspiraciones de las jóvenes guineanos  explotadas, perseguidos  y asesinados como ellos.  Los jóvenes guineanos creen como el resto de los negros que ésta élite negra,  ha llegado a estas instituciones  por sus méritos académicos como ellos dicen y creen, y no saben que es por la fuerza de actos manifestaciones, foros, protestas que montan otros y a los que ell@s nunca aistieron porque estaban en el jambori o instagram. Es decir fue la lucha y por la fuerza de medios como radio voz de los sin voz, reparacion Africana, Eria tv, Uhuru afrika, radio makutu etc... Que Lola salió de la carcel, es por la fuerza y lucha de Weja Chicampo y el MAIB de Guinea que la gente de UNGE y rebola fue liberada, y no por ninguno de esos jóvenes con masters que nadan chateando con flow, diciendo payasadas y tonterias en radio 3 o en sus estupidas revistas de rap. Los panafricanistAS somos radicales no queremos ni debemos ser cómplices ni concomitantes con esta gentuza. Sin RUIDO no existe clamor y así, no se alcanzará ninguna meta política. Como dije antes necesitamos educar a los jovenes negros en la formación de un liderazgo responsable que asuma riesgos, que confíe en, desde y para los suyos, y no nos referimos solo a la familia próxima: hijo, hija mayor, mujer, hija menor, marido...etc. sino al futuro a los jóvenes negros que tienen un proceso contestatario y no se planchan el pelo como Teodorin.

Existen hoy más que ayer razones para reivindicar en Guinea un movimiento negro esencialmente radical y conscientemente revolucionario que desde un proyecto de clase, vaya a la raíz de los problemas económicos africanos.

Al respecto, como bien demostró Marcus Garvey, es y sigue siendo absurdo que l@s jovenes negr@s y en especial los GUINEANOS pensemos que NUESTROS éxitos del asociacionismo afrodescendiente COMO MILITANTES Y ACTIVISTAS debe ir acompañado de la subvenciones de las instituciones publicas: ninguna institución política le va a dar a los GUINEANOS los medios suficientes para que se empoderen EN ESPAÑA, Camerun, Nigeria, Londres, Paris O GUINEA y más aun cuando se asume la defensa de la població ecuatoguinena y derrocam un regimen dictaorial. La financiación de la revolución negra no puede proceder de sus opresores objetivos. Ya que para ser una organización juvenil autónoma tenemos que tener la capacidad de sufragar nuestras ACTIVIDADES así como para que la represión económica no sea un obstáculo en nuestro camino: si pagamos una botella wisky 150 euros en La Elissei ¿porque 5 euros no cuesta pagarlo en nuestra asociación o un evento como este? La autogestión económica es la única solución y tiene dos objetivos principales: promover la participación en una actividad de los implicados de la misma, sin delegar en otras agentes profesionalizados neocoloniales ONG, intelectuales, catedráticos, músico, artistas, deportistas o diplomáticos ...son enemigos del pueblo  y ademas NO DEPENDER de las ayudas que pudieran dar o recibir sectores enemigos al kilombo, siendo así independientes de cualquier factor político o económico externo AL PALENQUE. Esto último es el motivo principal que hace que muchas organizaciones negras, guineanos o africanos cuando todos las demás asociaciones negras han sucumbido, los cimarrones sigamos a delante a crear todo tipo de empresas (sindicatos, revistas, radios , tv, fundaciones, escuelas, librerías, grupos de música, mediante cuotas, organización de conciertos, en fiestas populares, editando material...)  llevando a la práctica la autogestión, organizándose de tal modo que los negros o guineanos seamos totalmente independientes de cualquier organización política o económica. Para su éxito la financiación del Movimiento antiobiang y la comunidad guineana es para el mantenimiento mínimo de las condiciones objetivas de la organización con autonomía para la realización de las actividades, sin que ninguno de sus miembros recibiera remuneración por su militancia. Sin embargo, debe haber una cuota semestral y reuniones semanales en la que cada persona aportaba un valor aproximado al salario mínimo de un día de trabajo en el país. La colecta debe ser entendida como una demostración del mayor compromiso con la liberación negra para los activistas del Movimiento. Ante la crisis de la élite negra y su incapacidad por financiar el proceso de lucha, la responsabilidad de los jóvenes cimarrones radicalizados es la de liderar, renovar la lucha desde el modelo de economía social de emprendimiento  garveyista)  eso nos dará la victoria. El resto es hacerse trampas al o inventar la rueda   y ya fue inventada en Kemet por Im hoteb hace 8 mil años...

brodas and sistas, a salut!

REPRESENTACIÓN, REPRESENTATIVIDAD Y NEGACIONISMO NEGRO Luis Mbolo Alarcon


REPRESENTACIÓN, REPRESENTATIVIDAD Y NEGACIONISMO NEGRO

Luis Mbolo Alarcon 

UhuruAfrika tv Vallekas

Para que el movimiento negro se mantenga en terminos cimarrones y no degenere en folklórico, la vanguardia panafricanista debemos acometer un análisis que exponga sin miedo las dificultades que suponen a los cimarrones y verdaderos Activistas negros hallanar el espacio público en el frente político en los procesos reivindicativos de la causa negra, si está no está argumentada desde las bases teóricas del sistema por los blancos, como también las fuertes contradicciones que suponen liderar un proceso negro que no plantee dicotomía, entre los negr@s que están a favor del continuismo del poder los blancos en caras negras, en el fomento de la segregación racial y los Negros que cuestionan la perversidad de ese continuismo blanco, que buscan no solo no respetar el proceso negro sino suplantar sus líderes y atribuir la génesis de los logros a actores sociales ocasionales que actúan al margen de la propia cohesión temática y fundamentación de la causa negra.

 Favoreciendo el descrédito, la difamación, deslegitimación, y la proliferación de frentes Sociales Negros enfrentados etc... Por lo tanto hallanar el espacio público de lo negro, es contextualizado desde un mero posicionamiento folklórico, más que identitario. Aunque hablamos de las minorías negras, no así un contraste entre minorías, en la que la población negra es la que goza de una caracterización propia del redentorismo, el asistencialismo, el tutelaje y el aislamiento, para que sean otros los portavoces de unas realidades sociales con las que no tienen afinidad y simpatía. Al tanto a los más pobres y vulnerables, se les plantea desde una visión elitista y de intelectualidad burguesa para favorecer que los planteamientos de las bases sociales, sean meramente propuestas académicas más que de defensa de los derechos sociales legales. Un proceso negro en todos los espacios pulverizado y diseminado que nos remite continuamente a la vaguedad interpretativa de todas las verdades negras y sus coyunturas legales en un mundo aparentemente moderno, desarrollado e intelectualmente preparado donde ser negro, sigue siendo el mayor obstaculo a superar incluso entre los propios africanos.

Al tanto los blancos no legitimen el proceso negro, éste proceso parece no ser comprendido por sus destinatarios y siempre es rentabilizado, por otras formas, de afros que ven la realidad negra desde la óptica y el punto de vista impuesto por el razonamiento de la intelectualidad blanca eurocentrismo que no es asimétrica con los Negros cómplices del sistema instaurado y establecido en los frentes sociopolíticos, mediticos y públicos. Por lo que la coexistencia de la hipocresía negra y la hipocresía blanca coinciden exactamente en el interes por el extreminio y la perpetración de los genocidios. De esta forma los líderes negros están abandonados a su suerte en defensa de una causa que por la tensión entre Negros, nos pone en evidencia. Usar la lucha de las bases sociales negras para merecer posiciones de reconocimiento de los blancos no es  nuevo yh sirve para eregir negacionistas Negros en las instituciones.

Uhuru!

martes, 13 de octubre de 2020

El panafricanismo en Guinea Ecuatorial Abuy Nfubea

 

El Panafricanismo     en Guinea Ecuatorial


@Abuy Nfubea 


                        

            

INTRO

El proximo año, la IV internacional celebrará el 70 aniversario de los hechos de Banapá 1951-2021, para su correcta interpretación requerimos un instrumento doctrinal de analisis que es el panafricanismo, filosofía política que a la vez es un repertorio de prácticas e ideas que proponen un cambio de subjetividad y pedagogia afrocentrada decolonial que desde entonces han tenido una enorme influencia -negada o desconocida -en la evolución de Guinea Ecuatorial

RECUERDOS DE AYALA

La acción genocida de Ayala no se debió como afirma Gustas Nerin y otros historiadores guineanos tios Tom, por su sadismo, sino que se debía a las represalias ante el auge de la resistencia anticolonial y su éxito militar. En 1932 miembros de la Tribu Asuu del distrito de Mikomiseng, eran obligados a cargar a los colonos blancos, a pie durante más de 100 km, en dicho trayecto al llegar al pueblo llamado Osungu, los negros creyendo que los venian a secuestrar que eran esclavistas, salieron de sus casas y el bosqes colindantes, entonaron una canción en fang, " ahora los mataremos". Tiraron a los colonos al suelo y procesideron a la ejecución de los invasores, colonos y los tiraron a un río. Esta resistencia armada de los guineanos provocò la represalia brutal de Ayala, quien quemó el pueblo y persiguió a sus habitantes hasta exterminarla en Mikomiseng. Los  superviviente que huyeron a Evinayong dónde están ahora.










Y EN ESO LLEGÓ BANAPÁ

En 1951, los seminaristas de Banapá se declaran en huelga para reclamar mejoras en las condiciones de vida del seminario y en la aclaración de su futuro académico. Los cabecillas fueron Atanasio Ndong y Enrique Gori. Ambos jóvenes están vinculados al naciente movimiento independentista Cruzada Nacional de Liberación de la Guinea Ecuatorial (CNLGE), en el que militan entre otros Enrique Nvó, y Santiago Uganda. La organización desaparecerá con el asesinato de su máximo representante, Acacio Mañe Ela, transformándose después en el Movimiento de Liberación de Guinea Ecuatorial (MONALIGE). El director del Seminario, el cura blanco español Nicolás Preboste (el mismo que traicionaría a Acacio Mañe años más tarde para su asesinato), enemigo acérrimo de los panafricanistas guineanos, acude a la policía para denunciar una revuelta política protagonizada por aquellos dos. Como consecuencia, Ndong y Gori son expulsados del seminario. 

FORMACIÓN DE CLASES SOCIALES 

Como afirmó Nkrumah en Class struggles in África, la lucha de clases fue siempre un componente del Panafricanismo guineanon En estás se💕 aprecian las diferencia de clase entre Banapá vs Lasalle y Escuela Superior. Estas eran los centros de formación donde se forma la pequeña burguesía cuya base social y espíritu anticolonial estuvo en Banapá, a grosso modo eran los rebeldes. En cambio en La Salle se formaban las clases pudientes, eran pijos  en sumayoria hijos de emancipados colaboracionistas con el régimen colonial. Y en tercer lugar, la Escuela Superior eran los cuadros indígenas de la administración franquista tampoco eran ni aspiraban a ser negros del campo. Era el choque entre Claretianos, Falange y jesuitas


ALFONSO OYONO


Años después cuando diferentes líderes guineanos se refugiaron y exilian en Gabón, Argelia, Ghana, Camerún etc...Recibiendo la protección, apoyo y financiamiento de estos nuevos gobiernos panafricanistas. Muchos de estos partidos se crean en el exilió y firman clausulas de compromiso para una Federación Guinea, Camerún y Gabón, tal y como se hizo con Senegal-Gambia- Mali, Etiopia -Eritrea, Guinea y Ghana o Tanganica y Zanzíbar etc… Estos activistas anticoloniales de clara orientación panafricanista  una clara adscripción Nkrumista y en nombre de la Organización MONALIGE, asisten invitados en 1958 por el muy honorable Ogsayefo Kwame Nkrumah a la conferencia del AAPRC All African People’s Revolucionary Conference en Accra Ghana que se había convertido en la base política y económica para la independencia de todo el continente africano con el objetivo de construir los Estados Unidos de Africa visionado por Marcus Garvey y Dush Mohamed Ali. A la conferencia asistieron trescientos representantes, entre los que se encontraban Julius Nyerere, Joshua Nkomo, Kenneth Kaunda, Hastings Banda, Patrice Lumumba, Amílcar Cabral, Felix y Martha Mumie, Holden Roberto, Sekou Toure Tom Mboya y en representación de la entonces Guinea Española, D  Jesús Alfonso Oyono Alogo. De aqui surgio la propia simbología del Secretariado Conjunto: el gallo rojo o evele kup asumida posteriormente por el PUNT,  por influencia de CCP Convention People Party de Nkrumah. 


OGSAYEFO NKHRUMA 

Atanasio Ndong viajó a muchos países africanos del entonces llamado eje de Casablanca recién independientes y visita a sus líderes. Son los viajes a Ghana, donde se reúne con Ogsayefo Nkrumah, y a Guinea Conakry, siendo recibido y apoyado económicamente por el otro panafricanista, Ahmed Sekou Touré. Atanasio se exilia en Argelia bajo la cobertura y protección de Mohamed Ben Bella, líder del FLN y primer presidente argelino tras la derrota y expulsión de Francia. El panafricanismo argelino le da más oportunidades de contactar y aprender de otros líderes panafricanistas y no alineados como el maliense Modi Bokeita. En Argel conoce a Martha Ekemeyong, activista política experimentada viuda del independentista Félix Roland Moumié, enemigo del imperialismo francés que había asesinado en Ginebra, Suiza, en misión secreta de su partido, UPC, y cuyo cadáver se hallaba embalsamado en Conakry ya que De Gaulle prohíbe que sea enterrado en Camerún. En 1965, es asesindado Malcolm x tras regresar de su gira africana donde tomó el nombre de Omowale, se produce el golpe militar que derroca al Presidente Ben Bella. El gobierno del nuevo hombre fuerte, el Coronel Houri Boumedienne, negocia el gas con Carrero Blanco y España ofrece la posibilidad de un Sahara argelino. Comunican a Atanasio Ndong y a Martha Ekemeyong Moumié, que deben abandonar el país porque él no les va a ofrecer la misma protección que les proporcionaba su amigo Ben Bella. Se trasladan, entonces, a Estados Unidos, país que les ofrece asilo político, y fijan su residencia en Nueva York.

RESISTENCIA ARMADA

Tras la segunda guerra mundial en toda África y así se dieron experiencias exitosas de lucha armada que fueron copiadas por europeos y norteamericanos. Guinea, a pesar del intento de la historiografía tío Tom, no fue diferente. El periodo de apogeo guerrillero fue el comprendido entre 1955 y 1960 influenciados por las luchas keniaras del MauMau de Sedan Kitmaty y Komo kenyata. En 1958, DeGaulle dejó claro que había que desmantelar la guerrilla comunista en Camerun. ​ A partir de este año se intensificó la represión franquista, contra la clase política oficial mientras los grupo represalia día de la cruzada se van a la clandestinidad y otro al MONALIGE. La resistencia armada determinó la represión de Andurain y otros colonialista que comenzaron a torturar bárbaramente a los políticos moderados y tíos Tom como era Acasio Mañe poco a poco fue terminando la organización y acciones de las grupos en Camerun. Pero la obción de la guerrilla no contó con el apoyo de la pequeña burguesía tío Tom guineana formada en Lassalle, escuela superior y en menor medida Banapá. Surgieron grupos armados organizados que no solo debida a la ofensiva de la Guardia Civil, ya que en ello tuvo mucho que ver el racismo, la determinación de los sectores revolucionarios Panafricanistas y determinación de grupos como UPC, y en especial la línea anticolonialismo de Unobe y Felix Mummie. 


CAMINO DE GUSANOS

Zen Misong

Estos grupo se conocieron como Zen Misong, muchos de sus integrantes murieron, confinados a Anobon o fueron detenidos, mientras que otros escaparon al exilio y desde 1957 resisten en la selva y aldeas  frondosas de Camerun, Gabon o Congo. Otros fueron comprados para suavizar su radicalidad y entrar en el MUNGE para favorecer la autónomia y a Bonifacio Ondo Edu. En 1960 algunos de ellos marcharon con Atanasio a la legión francesa dónde recibirán instrucción militar y adiestramiento guerrillero. Estos activistas guineanos combatieron en Congo tras la muerte de Lumumba. Otros, el contingente más Panafricanista en importancia, se escinden de MONALIGE y forman IPGE. El tercer sector se mantendrá en la clandestinidad atentando con cocteles molotov contra la guardia civil y la guardia colonial, apoyando el viaje y diseñando estrategia de ruptura de Macías a la conferencia constitucional de Madrid. Tras la victoria de Macías Nguema en 1968 saldrán de la clandestinidad para crear las milicias populares. 


MONALIGE  


 Aquí se unen a ellos varios estudiantes militantes guineanos vinculados al MONALIGE que estudiaban en Puerto Rico, entre ellos Adolfo Bikó y Tomás Mbuemangongo Melango. Atraves de la organización panafricanista foro Afroasiatico consiguen unas becas de estudios. Atanasio, pronuncia conferencias y cursos en La Meca de las instituciones académicas panafricanista como es la universidad de Howard en Washington. Alli, conoce al reverendo Martin Luther King, lider CLCS Conferencia de lideres Cristianos del Sur, un hombre dedicado al activismo en favor de los derechos civiles de los afroamericanos. El Dr. King se muestra muy preocupado por la situación de los países africanos todavía bajo dominación colonial. Atanasio y sus compañeros son invitados a actos y mítines del reverendo King y el SNCC de Kwame Toure en Atlanta, siempre sentados en primera fila. Aprovechan el exilio americano para denunciar a España ante las Naciones Unidas exigiendo la independencia de Guinea Ecuatorial, entrevistándose y buscando la solidaridad de líderes panafricanistas africanos que asisten a las reuniones ordinarias de la Asamblea General de la ONU.

LAS MUJERES SIEMPRE  


 Desde 1953, ante la creciente represión del poder colonial, la UPC impulsada por las directrices de su lider  panafricanista Ruben Unobe,  sobre el que ha escrito Donato Ndong y Mongo Beti, radicalizó su acción política, gracias a China que le proporcionó armas.  En 1955 se tranformo de sindicato a Movimiento de liberación controlando 460 comités de aldea o de vecindario y tenía 80,000 miembros, particularmente en la costa central, sur y oeste de Camerún, entre Bamileke y Bassa. En 1952, el partido creó una rama femenina, la Unión Democrática de Mujeres Camerunesas que Marta lideró. Nace impulsada por la Liga de Mujeres de Ghana, fundada en Acrah en 11940 , donde destacó tamabien Fumila yo Kuti madre del cantante Fela Kuti, su apoya en Camerun es Martha Moumie. Si bien la rama no se definió como "feminista", sino Panafricanisndo los lugares generalmente subalternos asignados a las mujeres por las autoridades coloniales, iglesia católica o los líderes tradicionales, por ejemplo, al pedir la abolición de las leyes que prohíben a las mujeres el acceso a ciertas profesiones o actividades comerciales. Las mujers tomaron las armas en la guerrilla y la liderazgo politico local. Sus activistas envían múltiples peticiones a las Naciones Unidas y organizan manifestaciones contra la administración francesa.Encabezan una manifestación contra las pruebas nucleares del neocolonialismo francesas en el Sáhara. Tras la enorme represión del colonialismo galo con mas de 1340 muertos, incluido su primer marido, Martha huyó a exilio donde trató con chefs d'État como Nasser, Kwame Nkrumah, Ben Bella, Sékou Touré, Ho-Chi-Minh y Mao Zedong. En Ghana trabajó con Nkrumah y después se exilió en Argelia –entonces centro de la revolución mundial -con Ben Bella quien le presentó al líder anticolonial Atanasio Ndong con quien se casó uniendose al MONALIGE. Cuando Francisco Franco aprobó la ley de amnistía politica para Guinea Ecuatorial que incluía el retornó de los represaliados en 1964, regresó a Guinea junto a Atanasio. Alli se rebeló la enorme talla politica e intelectual de Marta, comparable a Nelson Mandela. En Guinea Ecuatorial dada su enorme experiencia como activista trabajó en la formación de los cuadros, introdujo lineamientos teóricos panafricanistas, a ella se debe la bandera, las asambleas locales e himno del partido a su vez hoy también de Guinea. 

EL MOVIMIENTO SINDICAL 

El 26 de octubre de 1954 se publico el real decreto  por el que se reconoce con personalidad jurídica de Corporación de Derecho Público al Sindicato Vertical de Alimentación y Productos Coloniales de Falange Española Tradicionalista y de las J.O.N.S. El carácter autoritario del regímen colonial  dificultó el ejercicio del derecho de sindicalización de los negros. El gobierno franquista no reconocía el derecho de asociación, y en consecuencia hasta la década de 1960 no existió ninguna organización de trabajadores para la reclamación de sus derechos en Guinea. Sí, se fomentaron, sin embargo, las cooperativas agrícolas de pequeños productores para el cultivo del cacao y el patronato indigena. Desde 1936 existía un denominado Sindicato Maderero de empresarios, que defendía los intereses de los productores y compradores españoles. La legislación metropolitana española sólo concebía la existencia de un sindicalismo “vertical”, que reunía a empresarios y trabajadores en una misma organización. El primer intento de organización sindical independiente se produjo en la época tardocolonial y desde el exilio, con la fundación en noviembre de 1959 en Gabon de la Unión General de Trabajadores de Guinea Ecuatorial UGTGE  vínculda a  MONALIGE. Al ser un Sindicato de inspiración cristiana obtuvo cierta libertad de acción durante la apertura política que supuso el régimen de Autonomía 1964-1968, tuvo lugar además en 1966,la primera huelga de funcionarios de la Administración, con la exigencia de una equiparación de salarios entre negros y blancos. La huelga general que pretendía ser una protesta contra el régimen imperante, su nivel de corrupción, así como el hecho de que, cada vez con más claridad, se pretendía que fuera una especie de autonomía permanente que, por lo tanto, evitase en la práctica la plena descolonización del territorio. Tras la independencia, Macias creo el sindicato Unico nacional de trabajadores: el carácter extremadamente autocrático y represivo del nuevo gobierno, la disminución drástica de las empresas que operaban en el país, impidieron su mayor organización y funcionamiento. En los ámbitos internacionales, se prestó mucha atención a la situación que se vivía en Guinea Ecuatorial. Sólo en octubre de 1980 la Conferencia de Unión Sindical Africana (Mogadiscio), aprobó una resolución en la que se pedía que “el gobierno de Guinea Ecuatorial tomara las medidas necesarias para restaurar el funcionamiento normal de los sindicatos, en conformidad con las disposiciones de la OIT”.

  EL NEGACIONISMO 

No solo el régimen de Obiang PDGE, sino la clase politica guineana  en general desde dentro o en la oposición, han tratado de negar e invisibilizar esta influencia histórica del panafricanismo, amparándose en los 11 años de oscuridad posteriores del régimen de Macias. También los intelectuales, quiza a excepción de Eugenio Nkogo, Mpendi Iyanga, Marta Moumie y el mismisimo Atanasio Ndong, la mayoria han caído en esta trampa del negacionismo. El filosofo y ex profesor de la Universidad de León en sus obras, Nkrumah y el Conciencismo, La esencia del pensamiento kemítico y síntesis sistemática de la filosofía africana, ayudan a aclarar aspectos doctrinales, epistemicos y filosoficos que determinaron la cuyuntura. Donde mejor se refleja este espíritu hegemonico panafricanista del momento son las memorias de la propia Marta Moumié con el título "Victime du colonialisme français. Mon mari Félix Moumié". La edición incluye un prólogo de Ahmed Ben Bella. En esas memorias hay una parte en la que se habla de Guinea Ecuatorial. Corresponde a las páginas 141 a 157, del capítulo 2 y una parte del 3 de la segunda parte del libro. Por su parte el Ndowe y profesor de la universidad de Valencia en su obra magistral, Nkrumah y el 5º congreso de Manchester, dan buena cuenta de ello. Podemos citar los magnificos trabajos de Obiang Biko, quien con mayor lucides menor capacidad interpretativa pero que debido a la repetición de tópicos y valores supremos falseados como consenso y democracia,  no muestran más que su odio (justificado o no) a Macias Nguema y el Secretariado Conjunto,  lo hace que todos sus logros sean denigrados, abusando delterminos racista y coloniales como, "salvaje". De esta forma quienes pueden abrir el  debate social lo niegan con improperios, descalificaciones e insultos a todo el/la que quiera siquiera conocer sobre el primer presidente de Guinea Ecuatorial. Esta negación a reconocer una historiografia cuya narrativa no es colonial, sino panafricanista limita enormemente los magníficos trabajos de Obiang Biko y lo que és peor, impide un debate riguroso, sano y serio al respecto, sobre todo entre las nuevas generaciones guineanas huerfanas, indocumentadas que sufren un enorme secuestro mental del PDGE y el tio Tom, como extensión y expresión del neocolonialismo que define la crisis de la élite negra hispana. Ya que confunde con premeditación y alevosia. Y como decía Garcia Trevijano, el error es mejor que la confusión pues del error se sale pero de la confusión, no. Quizás lo que  mas desconcierta, es el hecho de que fuera el regimen dictatorial, autoritario y denostado de Macias Nguema el que  rentabilizó ideologicamente esta hegemonia  en el contexto de la guerra fría, en el que África jugó un papel muy relevante. Un buen ejemplo de esta confusión y caos que acaba haciendo bueno a Macias fue la conferencia de Andrés Esono Ondo, portavoz del partido Convergencia Por la Democracia Social (CPDS)  en el V Seminario Internacional del CEAH: 50 años de independencia de Guinea Ecuatorial, en la UNED titulada: Los populismos en Guinea Ecuatorial.

HEGEMONIA IDEOLÓGICA 

Un ejemplo de la influencia ideologica panafricanista fue la ley reguladora de la nacionalidad a los afrodescendientes, como hizo el emperador Haille Selassi y Ghana con William Dubois o Maya Angeló que hoy parece un invento nuevo de la dictadura de Obiang. De esta legislación se benefició en Guinea el intelectual y artista peruano, Nicomedes Santacruz en 1980De 1950-1970, la hegemonía del panafricanismo adquirió más base popular, arraigo que ninguna otra ideología politica o motor de cambio que afecto tanto en la subjetividad afrocentrada de la que habla Cheick Anta DiopEsta hegemonía ideològica del panafricanismo se tradujo en una escasa influencia de las ideologías importadas por el colono: tanto la socialdemocracia, la Democracia Cristiana que ni fue cristiana y menos democracia pues adoctrinó  en la adoración de los curas, primero blancos y después de 1968, negros. En Guinea la iglesia católica calló de modo complice ante la esclavitud, siendo un agente muy eficaza del colonialismo:  asumiendo que los negros no teniamos alma, y otros genocidios como de Ayala. De hecho, fue la iglesia quien denunció a numeroso lideres anticoloniales entre ellos a Acacio Mañe, violando el secreto de confesión. Nze Abuy se opuso a Macias a quien acusaban de comunista durante la guerra fria sin embargo hoy ésta misma iglesia, 65 años después sigue alineada con la dictadura del PDGE. En cierta medida el comunismo tuvo relativa relevancia con (PUNT) con la llegada de asesores del bloque del Este; chinos, cubanos y soviéticos de 1971-1979. El nacional catolicismo fascismo de FALANGe,  si penetró a través de las organizaciones  OJE, Seccion Femenina y (MUNGE) en capas medias y emancipadas. 


MACIAS NGUEMA

 La auatonomia fue el momento de progresiva pérdida de imagen del MUNGE y fue el que aprovechó Macías para convertirse en el ala mas radical izquierdista y  panafricanista del partido y tender puentes hacia el MONALIGE de Atanasio Ndongo, quien ya había vuelto del exilio, entre otras cosas, por las gestiones en tal sentido del propio Macías. Macías se labró una imagen de hombre honrado a carta cabal,  sin vicios (ni fumaba, ni bebía, ni se le conocían promiscuidades). Finalmente, Ndongo y Macías redactaron un manifiesto conjunto en el que demandaban la total autodeterminación de Guinea. Macias como actor político supo rentabilizar tanto en el rechazo a la constitución colonial franquista impuesta por España, redactada por Miguel Herero de Miñon, y que le sirvio en su victoria en las lecciones de Septiembre. Una vez que quedó claro que la independencia sería sólo una, con el avance de la conferencia constitucional,  definió claramente la competencia como líderes guineanos de Ondó y Ndongo. En todo caso, la delegación guineana en Madrid  se aplicó a buscar los servicios de un asesor español; el jurista republicano Antonio García-Trevijanopero lo más importante fue el papel de Macías. Hasta entonces, se había mantenido como la mayoria, políticos sin ideología definida algo Tio Tom. En ese momento, sin embargo, y conforme los debates de la conferencia se iban liando, Macías fue destacándose como el único defensor a ultranza de la independencia total. Cuando se opuso frontalmente al proyecto de Constitución  convirtiendose en el principal adalid de la independencia total. De hecho, se quedó solo en la oposición a dicha Constitución, que consideraba neocolonialista, lo cual le habría de reportar muchos réditos dentro del Guinea. Fue expulsados de MUNGE . Los enemigos de Macías, partidarios del Sí en el referéndum constitucional, le ganaron dicho referéndum. Pero, en realidad, lo perdieron. La Constitución se aprobó con el 63% de lo votos emitidos, lo cual venía a significar que Macías, que propiamente no tenía partido político detrás, ni apoyo de España que estaba básicamente solo, haciendo campaña en solitario por el No, podría abrogarse hasta el último voto del 37% que le había seguido. El 22 de septiembre se realizó la convocatoria de las elecciones presidenciales. España estuvo torpe, confiada como decia Fanon en los Condenados de la tierra. Su candidato, obviamente, era Bonifacio Ondó; pero empeñado como estaba Madrid en controlar Guinea empezando por dividir el continente de las islas, se montó un segundo candidato secesionista, Edmundo Bosío Dioco, de la Unión Bubi, que en la práctica dividió los votos de lo que podría denominarse los guineanos españolistas. En realidad, el candidato número dos (tras Ondó) era Atanasio Ndongo. Pero su vivero de votos estaba petado de candidatos, mientras que el de Macías era para él solo. Macías, además, fue muy listo al trabajarse a los disidentes de las formaciones teóricamente poderosas, como ocurrió con algunos dirigentes del MONALIGE. Por su parte Clemente Ateba, y su IPGE, optaron por la neutralidad. Macias vio claro que si pactaba con Bosio arrastraría a Atanasio. El gobierno tripartito de unidad nacional fue un ejemplo de enorme habilidad y visón politica.

KUNTA KINTE

 Aunque no sea el objeto de este trabajo, pues ya ha sido bastantemente analizado, por supuesto el régimen de Macias como el de Franco y el mismo Obiang fue una dictadura, ¿quien lo puede negar? Hoy, los panafricanista han sido y son perseguidos en Guinea, ya sea por los partidos de ideologias caducas como  por la dictadura. Martha Moumié, fue salvajemente torturada por un grupo milicianos. Encarcelada durante meses, es deportada a Camerún en contra de su voluntad, y no a Guinea Conakry, donde ella misma prefería y donde descansaban los restos de su esposo. Bajo el régimen neocolonial y neoliberal de Paul Biya, continúa la persecución contra los panafricanistas, el 8 de enero de 2009, Martha muere asesinada en Ebolowa a manos, supuestamente, de un joven delincuente. Tanto en la Guinea ni Camerun de hoy se estudia a Michelle Obama y Letizia reina de España, pero no a Martha ni a Fumilayo Kuti.


MOLIFUGE 

Fundado en 1973 en el contexcto de las luchas contra la dictadura de Macias y transición española, desde el éxilio y estancamiento de persona que se encontraban ya en España, Durante ésta decada surgen en España Movimiento de oposición ARND, URGE, PANDECA que despues derivaron en plataformas o coordinadoras, entre ellos descató MOLIFUGE Movimiento Libertad y Futuro de Guinea Ecuatrial en los 70 condiferentes tendencias ideologicas entre ellas, el panafricfERNADO fERNADO eTUBA, ANTONIO NGUEMA ALINGA ,  mAJones, Djomdjo etc... fue quién mejor trató de recoger éste testigo panafricanista de corte progresista, siendo los guineanos determinantes en Europa de la configuración a mediados de los 80 de la creación del Movimiento Panafricanista y la reparación con el Decreto Suarez. Tras el mal llamado golpe de libertad 1979, Macias y Ondo Ela señalan a Obiang como corresponsable de los crímenes pero éste es fusilado e inmediatamente con ayuda de Suarez y el rey emérito "campechano" se instaura una oligarquía familiar de Estado procedente de la academia militar de Zaragoza. El neocolonialismo  e imperialismo secuestraron la libertad e impusieron al pueblo kemítico de Guinea Ecuatorial esas ideologías caducas basadas en el jacobinismo que añoran la servidumbre voluntaria con cristos rubios con ojos azules en las iglesias y el  neocolonialismo francés del Franco CFA donde la libertad existe por si misma sin que los demás sean libres. Se sacraliza la democracia mientras nos imponen el Franco CFA. En la filosofia es decir en la subjetividad con algunos matices coinciden todos sin distinción. Desde la socialdemocracia, Federalismo, la democracia cristiana, Liberalismos, Comunismo  y Fascismo (PDGE).


OLIGARQUIA

 Tras el golpe de 1979, es fusilado Macias y se instaura una oligarquía familiar del Estado procedente de la academia militar de Zaragoza el neocolonialismo e imperialismo secuestraron la libertad e restauraron e impusieron al pueblo kemítico de Guinea Ecuatorial esas ideologías caducas basadas en el jacobinismo y eurocentrismo que causan estragos en toda Africa, que añoran la servidumbre voluntaria y el neocolonialismo francés con su Franco CFA donde la libertad existe por si misma sin que los demás sean libres y la comida se importa. En estos  años los panafricanista hemos combatido el regionalismo, tribalismo y xenofobia. Los panafricanistas luchamos contra el Estado y regimen dictatorial guineano del PDGE sus oligarquias y élites financieras economicas politicas y mediaticas que nos dividen. Nuestro panafricanismo es de los pueblos, no del Estado neocolonial, Por ello, aunque nostras somos ante todo panafricanistas, reconocemos el derecho de los pueblos a expresar la forma particular en que viven la tirania y el neocolonialismo. Negamos la extrategia de hablar primero de una cosa y despues otra, aqui todo debe poder hablarse sin miedo para resolver el conflicto guineano en terminos democraticos, y no nos sentimos ofendidos por que un bubi o ndowe denuencia a un fang como opresor o viceversa.    

 IDEALISMO Y PERSISTENCIA 

 Del trabajo de MOLIFUGE nació MALEVA fue fundamental en la vanguardia ideològica y radicalización del Movimiento Free Mandela que dará origen a la fundación del Partido Panteras Negras 1990 y FOJA 1995. En 1992 el entonces presidente de la Asociación Cultural de Guineanos El LevanteJosé Andombe Andong con el entonces estudiante de derecho Juan Abaga, fundan en Valencia el congreso nacional africano de Guinea Ecuatorial. Organización que obtuvo apoyo de Nelson Mandela y Mama Madikizela de la que fui responsable de Juventud. La IV Internacional Panafricanista no solo ha dado visibilidad e influenciado a partidos políticos e intelectuales guineanos en estos 35 años de existencia sino que ha radicalizado su concepción doctrinal, abriendo con ello un interesante y privilegiado debate, relación politica y un cambio de imaginario y sobre todo de narrativa. Durante el I Congreso de jóvenes y estudiantes de Guinea Ecuatorial Barcelona 2001, la organización juvenil FOJA junto a la Asociación Cultural Bubi firmaron una ponencia conjunta titulada. “la libertad no se negocia, las condiciones subjetivas estan dadas” Entonces dijimos que existian las condiciones tambien en Guinea y Kemi Seba nos lo ha demostrado, que esa era una visión acertada de la situación deciamos que teniamos en la mente en nuestro quehacer diario, la impresión certificada por el tiempo, se estaban desarollando fundamentalmente en el mundo africano kemitico proceso que hacian conducir estrategias politico-militares, hacia procesos de acumulación democratica popular... Y que eso estaba abriendo un nuevo ciclo de progreso en Kemet desde el cimarronaje y asi ocurrió  con Urgencies Panafricaisns en Benin, Moyo Wataifa en Ghana,  PARCAN Nigeria, Campaña Reaja en Brasil, EFF de Julius Malema en Sudafrica y en otro sitios, nos han demostrado que eso era y es posible en Guinea.  

AVILA LAUREL

En el cual fuimos los únicos del congreso que condenamos abiertamente la violación selectiva y sistemática de los DDHH, llamamos a la juventud a levantarse  y exigíamos la libertad de todos los detenidos así como la condena del régimen por intento de genocidio. Los panafricanistas han impulsado campañas de liberación de los diferentes activistas guineanos que han sido represaliados o secuestrados, acusados sin fundamento por la régimen dictatorial de Obiang (Martin Puyé y otros represaliados bubis del 98, Weja Chicampo, Severo Moto, Lola, Guillermo, Ramón Esono, Celestino Okenve, el asedio a la sede del CI y maxima solidaridad con los militantes del MLGE3R, Atentado contra Salomón y creamos el comité de solidaridad con el escritor e intelectual Ávila LaurelMedios como Radio voz de los sin voz de Moises Nvumba, han dado voz  todo estos lideres perseguidos. Supongo que algunos de estos intelectuales desconocen debido a la amnesia de la que habló Wole Soyinka en Madrid en 1986, y les gustaria pensar que fueron "salvados" por los blancos. Pero hasta Obiang sabe que la verdad es otra. Es la radical lucha de unidad popular que impide que el dinero de Obiang sirva para silenciarles. El Movimiento Panafricanista ha abierto sus humildes estructuras y foros, como fue la conferencia magistral en 2005 durante el II congreso de la IV Internacional Panafricanista celebrado en UNED Lavapies, pronunciada por el profesor y actual líder del Partido Union Popular, Celestino Okenve.   Estas han sido corespondidas por el PP y el MAIB enviando salutaciones al 5 y 6º congreso Panafricanista celebrados en Parla 2015 y Zaragoza 2019. Lo mismo ocurrió en 2016 con Weja Chicampo las jornadas Tcham Bissa de Parla. A pesar de la orientacion reformistas de Malela y despues Bolekia, Los panafricanistas fuimos leales y parte activa de DECAM, vimos con simpatía la emergencia de CEIBA y adherimos a IPOLA TOPEA. Fundación Vida Grupo Ecológico Verde está becando en el decenio Afrodescendientes a estudiantes y mujeres de Bata sobre temas tabúes en Guinea como esclavitud. Uhuru Afrika tv ha dado voz a los principales opositores del FOD dentro de Guinea Ecuatorial FDR, Domingo Abuy, Guillermo, Andrés EsonoEn 2018 el Movimiento Panafricanista (IV internacional) junto al Partido Nacionalista de Guinea Ecuatorial y las audistas barrenderas formamos parte de la confluencia fundacional del MLGE3R. Y en esto quiero ser claro, no luchamos por que haya presos politicos, hay presos politico porque luchamos. Por otro los distintos frentes panafricanistas han formado políticamente a medio millar de profesionales, funcionarios o dirigentes políticos guineanos, algunos de ellos hoy en las filas del PDGE como Cesar Mba Abogo, Guillermina Mikwe, Carmelo Nvono etc…quizás su afiliación pública con los cimarrones sea incomoda.

 EL COMBATE POR LA NARRATIVA Y LA SUBJETIVIDAD

Con esta breve introducción hemos querido documentar a los activistas en general y en particular a los militantes de la IV internacional panafricanista garveyista cimarron Rastafari, para que dispongais de unas orientaciones precisas del proceso y os sirva para combate ideológico militante que hemos de dar en esta etapa post Obiang. Hemos pretendido documentar la evolución de una parte desconocida y muy negada de la génesis y evolución del Movimiento Panafricanista de Guinea Ecuatorial que difiere del relato hegemónico alienante, y sus debates públicos autorizados, cuya narrativa proyecta el mantra permanente de dudas, desconfianza, miedo y silencio. Hemos demostrado que dicha premisa no solo es falsa y falseada, sino que la verdadera fuerza epistémica del panafricanismo  no descansa en una supuesta indefinición o está en construcción sino en su historia estrechamente ligada a Guinea Ecuatorial y por tanto a Africa y el mundo africano. 

DOCUMENTAR EL PROCESO

Ante la urgente necesidad de llenar los grandes vacíos de interpretación en torno al tema, debemos recordar a la gran Winnie Mandikizela que no hay análisis político sin análisis histórico  hemos intentado ayudar a las nuevas generaciones de guineanos en busca de referencias a documentarse sobre su propia historicidad, no pretendemos cuestionar a las corrientes ideológicas que antes o después de los cimarrones han venido luchando contra la tiranía –aspecto éste con el que coincidimos - todo lo contrario; mostramos muestro máximo respeto a su cosmovisión deseando que sean una complementariedad. Y mucho menos pretendemos legitimar los falsos intentos del regimen de atribuirse el panafricanismo mediante argumentos garveyistas, sin embargo no nos corresponde aclararlos pues ya nosotr@s hemos hablado con hechos desde y por la historia, por tanto no entramos en consideración sobre la naturaleza de los mismos. Lo importante, Glenn, es que nos preguntemos que somos. Porque nosotros no queremos fabricar profestas ni pacificadores, sino militantes, porque somos milistantes politicos que luchamos por la libertad de una parte de nuestro país, Africa. (aplausos)

 ÁNIMO, EL FUTURO ES NUESTRO: SI SE PUEDE

Estamos convencidos de que existe un Guinea como en otros pueblos de Kemet un bloque popular liderado por mujeres, presos politicos, raperos y jóvenes a la izquierda de los partidos de oposición y por supuesto del PDGE, que durante décadas ha Estado esperando el momento oportuno, gente que nos reclaman al panafricanismo como instrumento para poder disputar la hegemonia cultural y politica en el pais. Y la coyuntura y el proceso en curso no lo han confirmado. ¡Que nadie se equivoque, en esta etapa del proceso lo importante no son los resultados electorales ni la toma del poder, tenemos que hacer un viaje al reves. Lo importante es que hay una marea de fondo en Guinea que quiere construir Guinea desde el panafricanismo y ese es el objetivo por el que hemos luchado desde 1951. Con mucha humildad me he tomado la licencia de releer la autocritica de Nkrumah y Thomas Sankara y aprender de los errores cometidos en Guinea por la POC, CPDS y en general la opsición. La oposicion guineana pensamos que desde santificación y de la elecciones o alternancia en el poder con el horizonte de una mayoria electoral de una gestión institucional politica transformadora que antes no teniamos ganados en la sociedad guineana tratamos en definitiva de convertido nuestras e instituciones en la vanguardia del cambio politico pero eso no ha funcionado y no ha funcionado porque como ha dicho Molefi Asante en los temas de hegemonia cultural que son los temas que realmente en Guinea, cuando uno no consigue que transformar los valores y principio desde la gente es practicamente imposible cambiar las cosas desde arriba, desde el poder. 

SUJETO POLITICO

Y seguir intentandolo supone desde mi punto de vista es un grave error que seguimos cometiendo. Animar a los camaradas mujeres, estudiantes y jóvenes panafricanistas que desde el interior de Guinea Ecuatorial se preparan para sumarse a las filas del panafricanismo. Para retomar la noción de sujeto político que inauguraron con ciertas limitaciones nuestros antepasados, lo que permitirá desarrollar un sentido de pertenencia politica desde una praxis decolonial de la narrativa guineana donde las contradicciones producto de la profunda aculturación y crisis de la hegemonia cultural, hasta ahora han hecho imposible disputarle la acumulación de fuerzas a las corrientes doctrinarias de la plantación y el colonialismo. Porque como decía aquel hombre divino bajito y regordete procedente de Kingston en 1916, un pueblo que niega o desconoce su historia, es como un árbol sin raíces

Muchas gracias 

Uhuru!


+Conferencia Afroasiatic forum Howard University Traducción del inglés (Assata Edjand Ela)

domingo, 4 de octubre de 2020

25th Anniversary of the Million Man March THE IMPACT ON EUROPE

 25th Anniversary of the Million Man March                             THE IMPACT ON EUROPE 




@Abuy Nfubea

The first thing, I want to say is thank the NOI European representative Abdull Hakeem Mohamned, and the Honorable Minister Lois Farrakhan, my beloved brother Lionel and Sister Benji, from Amsterdam to bring me to this conversation. Is an honour  for me We will talk about The impact on Europe  of the Million Man March.  In its 25th Anniversary             

A MYTH

I want to make clear is that the MMM is one of the greatest historical facts that must be elevated by African historians and Kemitic historiography to the category of myth. And as such a myth it was a story that is neither true nor false but whose function was to produce an Afro function. MMM created a new political and spiritual  or global identity and that was done in such a way in the subjects that it is imposed that this imaginary identity ends up completely displacing and supplanting to reality and in the best of cases  and made the dream that it was imposed imaginary neocolonialism.  His "outrage" was fueled by SELF-LOVE and humanistic brotherhood. MMM is configured, as an alternative and powerful myth, in front of the old myths of the American dream or as today Trump "make America great again", that the new generations of rappers like Rodney King or Goerge Floyd felt like the rhetorical landscape of some white Power, the same oligarchies that "kidnapped" democracy, using the "citizenship" MMM is presented on the contrary as a milestone in which THE SLAVES, objects, finally regain the prominence of History, that is, their own subjectivity. How was the before, after, during, the phenomenon and the experience? What does this October 17th anniversary mean as blacks? What does it mean for Pan-Africanist ideas?

THE END OF COLD WAR

Do we remember how their moment was, how we lived it, the particular experience, if it was predictable or surprising? It is a day or a date with a lot of symbolism. Beyond the legislators, the decision was made by the people because without the support and adhesion of the community, they would never have been able to do it. It was the people who are ready to be brutalized by the police who formed the most important factor in this development; it was not the black political class. Some 25 years ago, we were 22 years old and there is something of a paradox because now we have the possibility of assuming the capacity to identify that myth, it is worth trying to bring to light aspects that have remained opaque. They are defined by a couple of key events that contribute to the beginning of the defeat of the change of narrative and story that was staged in the MMM. There are events that mark the introduction of the African world in the 21st century and therefore the end of the Cold War and therefore the introduction of the world in geopolitical terms. One was:

1.-The defeat of Apartheid led by Mama Winnie Mandikizela that marks (Mandela's liberation)

2.- The fall of Mobutu in Zaire (Silicon Valley industry created wars in Africa for coltan minerals),

3.- The depreciation of the CFA Franc that marks the massive impoverishment of African peoples and massive emigration expolized and plundered from Africa

4.- Million Men March and the return of Black Power

5.- The Durban 2001 Reparation conference  Slavery Colonial crime of humanity

6.- Law 70 Black communities in Colombia

In the historical process that establishes immanent limits is the MMM that marked and essentially decided the beginning of the 21st century based on the power games of the Cold War and was a key piece within those final movements on the board. The force of the march forced the introduction of white power into black faces that would first be the transformation of Mandela by Hollywood, then Condelozza, Powell and finally Barak Obama that allows the act of power to be renewed white in black faces so that the system continues unchanged. Without a million men march, these leaders would never have existed. Farrakhan from entering Europe, Javier Solana from the EU financed research grants that would deepen the differences with Malcolm x ... some Arabs said that it is not true Islam (laughs). Maria Teresa Campos and Ana Rosa Quintana in their usual line said that the leader of the NOI was the devil who wanted to kill all whites PEOPLE. The only one who dealt with the phenomenon without the typical white supremacy was Jesus Hermida, but as my neighbor said: "son, I may not know what a sub-Saharan is but I know that he is a black man" people are not stupid. After the march nothing would be the same. We had managed to UNITE everyone: Jews, Christians, Muslims, Latinos, Communists, Anarchists, Rastas. [laughs]

 THE SPIRIT OF  EUROPE

Europe has 40 million black people and constantly tries to maintain its policies and references and official cultures such as film festivals, music, educational system etc ... and of course the police. Resisting diversity in the presentThe impact in Europe was immense and still lasts and conditioned the evolution of the racialized imaginary and narrative in Europe. The event that introduced black Africans to Europe was not the fall of the Berlin death but the A Million men march. This historic political event never seen in history was not only due to the brilliant vision of Minister Farrakhan, who finds the maturity of the rest of the leaders of the black community to accompany him in this historical and popular initiative. The black people, emigrants and minorities such as gypsies demand more freedom, the possibility of more participation in the political process that is why it is very important to underline that dimension, that process MMM created a spirit that was a point turning point in recent Afro history. The MMM provoked a massive social feeling of rejection of Nazi terrorism and police brutality. I change everything towards a new world order. MMM, white Europe plunged into a commotion as Washingtong became a "manifestation" of joy and determination. MMM, mired in shock during the kidnapping, became a “manifestadromo” in Spanish [ laughs ] of pain and indignation. New black political actors and organizations appeared in Europe. It was not only a liberation period for the USA, but it is very important to commemorate this date. In Madrid, in addition to the official slogan "For Peace, Unity and Freedom" other messages were chanted that rejected integration. In Pan-African media his invention was attributed to the Intelligence Service. Analysts agree that during the kidnapping and days after the MMM, the largest demonstrations in the recent history of Europe took place. The afro-emerged narrative was decolonized, causing the mobilization of black communities in Paris, Berlin, Amsterdam, Marseille, Brussels, Madrid, Barcelona.

LONDON

Afrikan-centred Spirituo-Cultural philosophy called and the Nationalist Pan-Afrikanist ideology and legacies of The Most Eminent Prophet and King – His Excellency: Marcus Mosiah Garvey and The Eminent Prophet and King: Omowale Malcolm X. Our mission is expressed in the meaning of our name: the reparation of Afrikan people and culture before invasion, conquest and enslavement and therefore our original and natural way of life – the basis of our historical greatness. One of this group was Alkebu-Lan Revivalist Movement founded in January 1987. The same November, demonstrations began throughout Europe to demand rights such as the confinement of immigrants in the churches of Barcelona, Paris for the liberation of Mumia Abu Jamal throughout Europe coordinated by Julia Wright from Paris (the daughter of the writer Richard Wright). In Spain, a month later, the historic congress of the NBPP in Alcalá Henares was held under the “Spirit of the March”. In the academic environment Pan-African Society awareness grew among African Students' Union. The SOAS Pan-African Society. To collectively cultivate our knowledge and understanding of African history and politics. Discuss and address issues affecting Africans, both on the continent and in the diaspora, celebrate African cultures, be Pan-Africanism as an ideology and movement that establish and maintain connections with all over the world. Lester Lewis (Prince Ntum ba Azah), and a legendary Pan African activist, founder of Hackney Black Peoples Association, and a organizer and writer.

BLACK MEDIA 

It was very shocking a process of accumulation of force that began in the 1980s with the struggle for Free Mandela against Apartheid, the struggles for Rodney King, the impact edition in Europe of the film Malcolm x, the rise of Pan-Africanist organizations in France, UK, Spain, Portugal, Belgium, Holland (ARM the voice of Afrika radio, Bro Kwamin Ba), Germany (Afrikaans Federation), the movement for historical reparation. After the resignation marched in January 1996. The black movement constituted in the UE, at the same time, a feeling (predictably massed through the processes of construction of an action, with a natural tendency to politicization, that built the community in the center of collective interests. In this double sense we can affirm that Pan-Africanism reached the years of the fall of the Apartheid and the wall with a considerable degree of maturity despite not having the structure of its own state to channel the double process of modern politicization and nationalization of the masses. There were various factors that stimulated this maturation and that made Black nationalism a prominent and early case within the European panorama of vindictive pan-Africanisms. Without intending to deepen its analysis, we must highlight, among these factors: the existence, at least since the 18th century, of a differentiated economic structure that promotes u modern territorial integration; the presence of social movements during the first half of the eight hundred with a component of clear anti-centralist demands (immigration, Pan-Africanism, Rastafarianism) as they have highlighted; the existence of an important intellectual-professional sector that is identified with the romantic movement of the Renaissance; the relevance of a conservative regionalist current with the will to pressure before the central power since the 1980s; the structuring of a rich network of civil society from the beginning of the Antipartheid struggle; the presence of theorists of the "black fact" and of particular strategies for its defense and promotion of different political and ideological signs;

SPAIN 1996-2001

The so call 5th centenary, it has been defined as "a movement party: a hybrid between a classic mass party and a complex alliance between parties and social movements." 13 Its scope of action is not limited to Spain but extends to all so-called communitarianism - On the other hand, from 1996, as this same historian has pointed out, "all the variety of small groups that emerged after MMM and the birth of Pan-Africanism found their effective and operational space in the consolidation of Pan-Africanism as politico goal." Spain titled the celebrations of the 5th centenary "encounter between two worlds" excluding the 180 million blacks. The MMM came to radicalize and the mobilizations that in 1992 boycotted the celebrations of the V Centenary of the American Discovery, legalizing the oppression of blacks and Indigenous practiced for centuries. Groups such as AMPAE and MALEVA were radicalized. The campaign for reparation gained strength with the fight for the Negro from Banyoles who was a stuffed human being in a museum in Catalonia, a campaign led by Dr. Arcelin. As a result of the impact that the MMM caused among young Africans in the hip-hop movement mainly, and the intense activity displayed by students reinforced the internal solidarity of the groups, creating new interests and common complicities. On November 4, 1994, the Black Panther party launched FOJA. Organized front of African youth, which, unlike the party, was always legal and participated in official institutions. It was born as a mass youth space that, from 1995-2005, present throughout Spain, carried out a pioneering work, not always recognized, of uniting and radicalizing the politicization of black youth as in the political mobilization, in which hundreds of young blacks faced to fascism in the streets, discos, campuses and institutes.

FOJA

The New Black Panthers party from the MMM the black movement to different intellectuals such  Bolekia Justo or Mbadiang the critical bases around the FOJA launched as a mass youth movement by NBPP with the direction that events were taking and adopted that vision of masses that emerged from the March. An important fact was the 2nd congress of the black panthers in Alcalá in November of that year, which brought about the break with integration, condemned the intercultural mediation or a new instrument of neocolonialism and called for the black organizations to coordinate with each other and move towards Pan-Africanist positions. The Pan-Africanist Movement of Spain is born. The term "popular unity" refers to the alliance with Field  Negroes, which promoted a movement for socialist transformation and governed by Hanni. The march promoted the growth of organizations throughout Spain that join the radical black coordination platform that met in the Omowale process presented in different locations in Spain. A process of confluence between EFA and panthers, FOJA, Afro-Vasca and Nopincha emerged in Bilbao, Almeria, Murcia that would give rise to the Pan-Africanist Movement.

Between 1999- the Omowale Process took place, which was an unprecedented success of participation more than 78 black organizations from all over Spain, highly influencing pro A million men march, the result of the process of confluence between African Groups. As a result, the OMOWALE creed was agreed that political action would focus on the Community level. A consequence and legacy was the radicalization and militancy of the black groups